Mensagem de 8 de dezembro de 2025

· Nossa Senhora Rosa Mística

Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria

No dia 8 de dezembro de 2025, muitos peregrinos reuniram-se no Santuário Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz, em São José dos Pinhais, no Estado do Paraná, Brasil, para participar de um momento especial de oração e encontro com a Mãe de Deus.

Aquela data era aguardada com grande expectativa, pois Nossa Senhora havia pedido que, todos os anos, no dia 8 de dezembro, ela se manifestasse exatamente ao meio-dia, trazendo graças, bênçãos e auxílio espiritual aos seus filhos, incluindo graças de cura física e espiritual.

Esse pedido recordava também as aparições de Nossa Senhora Rosa Mística em Montichiari, na Itália, onde a Santíssima Virgem revelou a importância da oração ao meio-dia como um momento especial de graças.

O ano de 2025 possuía ainda um significado muito especial para o Santuário Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz, pois se comemoravam 25 anos de sua fundação, iniciada no ano 2000.

Durante todo aquele ano jubilar, os fiéis celebravam com gratidão a caminhada do Santuário, lembrando as graças recebidas, as orações realizadas e todos aqueles que encontraram naquele lugar um espaço de fé, esperança e encontro com Deus.

Naquele dia, a capela estava cheia de peregrinos. Muitas pessoas permaneciam dentro da capela e outras do lado de fora, aguardando com fé e devoção a manifestação de Nossa Senhora.

Muitos dos presentes participavam pela primeira vez de uma aparição e, por isso, o irmão Eduardo explicou como aconteceria aquele momento.

Ele falou sobre a presença de Nossa Senhora, explicou sobre os objetos que seriam apresentados durante a aparição e que poderiam receber uma bênção, além de orientar os fiéis sobre a importância de permanecerem em oração, com fé e recolhimento.

Também falou sobre as graças que muitas pessoas buscavam naquele local, lembrando que Deus concede suas bênçãos por intercessão da Santíssima Virgem.

Aproximando-se o meio-dia, o irmão Eduardo levantou-se e dirigiu-se até a frente do altar.

Diante do quadro de Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz, localizado no lado esquerdo do altar, ele ajoelhou-se.

Com o crucifixo e o terço em suas mãos, começou a rezar a oração da Ave-Maria.

Toda a assembleia presente na capela uniu-se à oração.

As vozes dos peregrinos se elevaram em uma só prece, enquanto todos aguardavam o momento prometido por Nossa Senhora.

Em determinado instante, o irmão Eduardo elevou o olhar.

Naquele momento, exatamente ao meio-dia, Nossa Senhora apareceu.

Quando a Santíssima Virgem se manifestou, tudo ficou em silêncio.

O irmão Eduardo e todos os fiéis que estavam rezando a Ave-Maria interromperam a oração.

A capela mergulhou em um profundo silêncio.

Todos se ajoelharam.

Cada peregrino permaneceu em oração silenciosa, apresentando suas intenções particulares a Deus.

Enquanto isso, o irmão Eduardo permaneceu diante de Nossa Senhora, ouvindo atentamente aquilo que ela lhe revelava, para depois transmitir aos fiéis reunidos naquele lugar.

Assim teve início a aparição de Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz no dia 8 de dezembro de 2025.

A presença de Nossa Senhora e os momentos com o crucifixo

Após a manifestação de Nossa Senhora ao irmão Eduardo, um profundo silêncio tomou conta de toda a capela.

Todos os fiéis permaneceram ajoelhados, em oração e recolhimento, contemplando aquele momento de graça.

O irmão Eduardo permaneceu atento à presença da Santíssima Virgem, ouvindo suas palavras e recebendo as orientações que depois seriam transmitidas à assembleia.

Nossa Senhora apresentava-se com um rosto radiante, sereno e cheio de amor maternal. Sua face demonstrava alegria e felicidade por estar junto de seus filhos reunidos naquele momento de oração.

Em suas mãos, o irmão Eduardo carregava um crucifixo e um terço.

Durante o diálogo com Nossa Senhora, em determinado momento, ele elevou o crucifixo e apresentou-o à Santíssima Virgem.

Nossa Senhora aproximou-se e beijou o crucifixo.

Depois desse gesto, o irmão Eduardo trouxe novamente o crucifixo para junto de si, beijou-o com profunda devoção e fez o sinal da cruz utilizando o próprio crucifixo.

Em seguida, continuou escutando atentamente aquilo que Nossa Senhora lhe revelava.

Em outro momento da aparição, novamente o irmão Eduardo apresentou o crucifixo à Santíssima Virgem.

Mais uma vez, Nossa Senhora aproximou-se e beijou o crucifixo.

O irmão Eduardo trouxe-o de volta para si, beijou-o e fez novamente o sinal da cruz.

Depois, em outro momento, apresentou novamente o crucifixo a Nossa Senhora.

Ela novamente o beijou.

O irmão Eduardo recebeu o crucifixo, beijou-o com devoção, fez o sinal da cruz e, dessa vez, levou o crucifixo para trás de si, permitindo que uma das pessoas que estava próxima pudesse também beijá-lo.

Após esse momento, retornou com o crucifixo novamente para Nossa Senhora.

Ela o beijou mais uma vez.

O irmão Eduardo trouxe o crucifixo para junto de si, beijou-o e fez o sinal da cruz.

Depois levou o crucifixo para o lado contrário, permitindo que outra pessoa que estava ao seu lado também pudesse beijar o crucifixo.

Durante todo esse momento, Nossa Senhora permanecia com o mesmo semblante radiante e sorridente.

Sua expressão transmitia uma profunda paz e uma grande alegria maternal.

Mais uma vez, o irmão Eduardo apresentou o crucifixo à Santíssima Virgem.

Nossa Senhora aproximou-se e o beijou.

Ele trouxe o crucifixo novamente para si, beijou-o, fez o sinal da cruz e levou-o para trás, permitindo que a pessoa que estava atrás dele também pudesse beijar o crucifixo.

Ao final dessa sequência de gestos de veneração, o irmão Eduardo apresentou novamente o crucifixo a Nossa Senhora.

Ela o beijou.

Então ele trouxe o crucifixo para junto de si, beijou-o também e fez o sinal da cruz.

Durante todo esse tempo, os peregrinos permaneceram ajoelhados e em profundo silêncio, acompanhando aquele momento de oração e contemplação.

O irmão Eduardo continuava ouvindo atentamente as palavras da Santíssima Virgem, guardando aquilo que depois seria transmitido aos fiéis.

O início das orações e o pedido de Nossa Senhora para o Santo Terço

Após os momentos em que o crucifixo foi apresentado e beijado por Nossa Senhora, o irmão Eduardo permaneceu ainda por alguns instantes em profundo recolhimento, ouvindo atentamente aquilo que a Santíssima Virgem lhe comunicava.

Em seguida, conforme as orientações recebidas, tomou o terço em suas mãos e iniciou um momento especial de oração.

O irmão Eduardo rezou as três Ave-Marias do Santo Terço, acompanhando cada uma delas com a oração dedicada a Nossa Senhora Rosa Mística.

Toda a assembleia permaneceu unida em oração, com o coração voltado para a presença maternal da Mãe de Deus.

Após concluir as três Ave-Marias, o irmão Eduardo pediu para uma das pessoas que estava ao seu lado dar início à oração do Salmo 50.

Então, os fiéis começaram a rezar juntos o Salmo, em um espírito de penitência, arrependimento e entrega a Deus.

O irmão Eduardo rezou todo o Salmo 50 com as mãos estendidas, em um gesto de oração e oferecimento.

Naquele momento, todos permaneciam recolhidos, apresentando ao Senhor suas intenções, suas necessidades e suas súplicas, confiando na intercessão da Santíssima Virgem.

Após a oração do Salmo 50, o irmão Eduardo novamente tomou a condução das orações.

Ele iniciou a oração:

Creio em Deus Pai.

Em seguida, rezou:

Três Ave-Marias.

Depois, rezou:

Glória ao Pai.

Então iniciou o primeiro mistério do Santo Terço.

Nesse momento, o irmão Eduardo pediu que todos os presentes colocassem diante de Deus as intenções que carregavam em seus corações.

Cada peregrino apresentou suas necessidades, suas famílias, seus pedidos, seus agradecimentos e tudo aquilo que desejava confiar à proteção de Nossa Senhora.

Durante esse momento de oração, Nossa Senhora revelou que desejava rezar o Santo Terço junto com seus filhos.

Ela manifestou que estaria presente durante toda a oração e que acompanharia cada momento daquele encontro de fé.

A orientação transmitida pelo irmão Eduardo foi:

Nossa Senhora vai rezar o terço conosco. Ela iniciará o Pai-Nosso, e nós continuaremos a oração. Depois rezaremos a Ave-Maria saudando a Mãe de Deus.

Com grande recolhimento, todos os presentes acolheram esse pedido e iniciaram o Santo Terço conforme a vontade de Nossa Senhora.

A capela permaneceu em silêncio e oração, enquanto os peregrinos rezavam unidos, confiando suas vidas e suas intenções ao Coração Imaculado de Maria.

Durante toda a oração, o irmão Eduardo permaneceu atento às palavras e orientações que recebia da Santíssima Virgem, transmitindo aos fiéis cada pedido feito por Ela.

Os mistérios do Santo Terço e os pedidos de Nossa Senhora

Conforme o pedido da Santíssima Virgem, o Santo Terço continuou sendo rezado naquele ambiente de profunda oração e recolhimento.

Entre cada mistério, havia um longo momento de silêncio, no qual o irmão Eduardo permanecia em diálogo com Nossa Senhora, ouvindo atentamente aquilo que ela desejava transmitir aos seus filhos.

A assembleia permanecia ajoelhada, unida em oração, aguardando as intenções que seriam apresentadas durante cada mistério.

Primeiro Mistério – Pelas intenções colocadas nos corações dos fiéis

Ao iniciar o primeiro mistério do Santo Terço, o irmão Eduardo pediu que cada pessoa colocasse diante de Deus as intenções que trazia em seu coração.

Cada peregrino apresentou suas súplicas, seus agradecimentos, suas dores, suas necessidades e tudo aquilo que desejava confiar à intercessão da Santíssima Virgem.

Foi um momento de profunda entrega, em que cada pessoa colocou sua vida nas mãos de Deus por meio do Coração Imaculado de Maria.

Conforme Nossa Senhora havia pedido, Ela mesma iniciou a oração do Pai-Nosso.

Nossa Senhora rezou:

Pai-Nosso...

E os fiéis continuaram:

Que estais nos céus...

Depois, todos seguiram rezando as Ave-Marias, saudando a Mãe de Deus com amor e devoção.

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Segundo Mistério – Pelas pessoas que sofrem

Após um novo momento de silêncio e diálogo entre Nossa Senhora e o irmão Eduardo, foi transmitido um novo pedido da Santíssima Virgem.

Nossa Senhora pediu que o segundo mistério fosse rezado por todas as pessoas que estavam sofrendo.

Ela pediu que fossem lembrados aqueles que carregavam dores, enfermidades, dificuldades, angústias e sofrimentos físicos ou espirituais.

A Santíssima Virgem também pediu que as pessoas presentes que pudessem rezassem com os braços erguidos, em atitude de súplica e entrega a Deus.

Muitos peregrinos elevaram suas mãos ao Céu, apresentando ao Senhor todos aqueles que necessitavam de auxílio, cura, força e esperança.

Novamente, Nossa Senhora iniciou a oração do Pai-Nosso, e todos continuaram unidos em oração.

As Ave-Marias foram rezadas com fé, confiando todos os sofrimentos ao amor misericordioso de Deus.

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Terceiro Mistério – Pelos entes queridos falecidos

No terceiro mistério, após outro momento de silêncio e escuta do irmão Eduardo, Nossa Senhora apresentou uma nova intenção de oração.

Ela pediu que esse mistério fosse oferecido pelos entes queridos que já haviam falecido.

Os peregrinos foram convidados a lembrar de seus familiares, amigos e de todas as pessoas que já haviam partido desta vida, entregando suas almas à misericórdia de Deus.

Foi um momento de profunda emoção e oração, no qual cada pessoa confiou ao Senhor aqueles que amou e que já haviam retornado à Casa do Pai.

Mais uma vez, Nossa Senhora iniciou a oração do Pai-Nosso, e a assembleia acompanhou com fé e devoção.

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Quarto Mistério – Pela paz no mundo e pela paz nos corações

Chegando ao quarto mistério, após um novo momento de silêncio e diálogo entre Nossa Senhora e o irmão Eduardo, foi transmitido mais um pedido da Santíssima Virgem.

Nossa Senhora pediu que esse mistério fosse rezado pela paz no mundo e pela paz nos corações.

Ela convidou seus filhos a rezarem pela união entre os povos, pelo fim das guerras, pela paz nas famílias e para que cada coração recebesse a verdadeira paz que vem de Deus.

Como nos outros mistérios, Nossa Senhora iniciou a oração do Pai-Nosso.

Ela rezou:

Pai-Nosso...

E os fiéis continuaram:

Que estais nos céus...

Depois, todos rezaram as Ave-Marias, pedindo a intercessão da Mãe de Deus pela paz no mundo e na vida de cada pessoa.

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Quinto Mistério – Pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria

No último mistério do Santo Terço, após mais um momento de diálogo entre Nossa Senhora e o irmão Eduardo, foi transmitido o último pedido da Santíssima Virgem.

Nossa Senhora pediu que essa dezena fosse rezada pelo triunfo do seu Imaculado Coração.

Esse pedido foi oferecido para que o amor de Deus triunfasse nos corações, para que seus filhos acolhessem o chamado à oração, à conversão e à fidelidade ao Evangelho.

Os peregrinos rezaram unidos, confiando que o Coração Imaculado de Maria conduz todos os seus filhos ao encontro com Deus.

Novamente, Nossa Senhora iniciou a oração do Pai-Nosso, e todos continuaram a oração.

As Ave-Marias foram rezadas com grande devoção, encerrando aquele momento especial em que a Santíssima Virgem acompanhou seus filhos durante todo o Santo Terço.

Ao término do quinto mistério, todos permaneceram em silêncio, contemplando a graça daquele momento vivido na presença maternal de Nossa Senhora.

O crucifixo, a bandeira dos 25 anos do Santuário e a oração da Salve Rainha

Após a conclusão do quinto mistério do Santo Terço, o irmão Eduardo permaneceu por alguns instantes em profundo silêncio diante da Santíssima Virgem.

Todos os peregrinos continuavam ajoelhados, em oração e recolhimento, contemplando aquele momento de graça vivido na presença de Nossa Senhora.

Então, o irmão Eduardo tomou novamente o crucifixo em suas mãos e o apresentou à Santíssima Virgem.

Nossa Senhora aproximou-se e beijou o crucifixo.

O irmão Eduardo trouxe o crucifixo novamente para junto de si, beijou-o com devoção e fez o sinal da cruz utilizando o próprio crucifixo.

Após esse momento, o irmão Eduardo dirigiu-se até uma sacola que estava ao seu lado.

Dentro dela estava uma bandeira confeccionada por ele próprio, representando o Santuário Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz.

Aquela bandeira possuía um significado muito especial, pois o ano de 2025 marcava os 25 anos da fundação do Santuário, iniciado no ano 2000.

Com grande emoção e reverência, o irmão Eduardo retirou a bandeira da sacola e apresentou-a à Santíssima Virgem.

Nossa Senhora recebeu aquele gesto com alegria.

Ela demonstrou grande contentamento com a bandeira confeccionada em honra ao Santuário e, conforme o testemunho do irmão Eduardo, tocou nela e a abençoou de maneira especial.

Em seguida, Nossa Senhora pediu ao irmão Eduardo que vestisse a bandeira.

Em obediência ao pedido da Santíssima Virgem, ele colocou a bandeira sobre seus ombros, cobrindo suas costas com ela.

Permaneceu diante de Nossa Senhora com aquele símbolo do Santuário, em um gesto de amor, gratidão e entrega.

Depois desse momento, deu-se continuidade às orações finais.

O irmão Eduardo iniciou a oração da Salve Rainha:

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia...

Toda a assembleia acompanhou com fé e devoção, agradecendo a presença maternal de Nossa Senhora e as graças recebidas naquele encontro.

Enquanto a oração era elevada ao Céu, Nossa Senhora permanecia presente com seu rosto radiante, sereno e sorridente, contemplando seus filhos reunidos em oração.

Ao término da Salve Rainha, o irmão Eduardo permaneceu novamente em silêncio diante da Santíssima Virgem.

Em seguida, tomou mais uma vez o crucifixo em suas mãos e apresentou-o a Nossa Senhora.

Ela beijou novamente o crucifixo.

O irmão Eduardo trouxe-o para junto de si, beijou-o também e fez o sinal da cruz.

Esse gesto repetido durante a aparição demonstrava o amor de Nossa Senhora pelo sacrifício de seu Filho Jesus Cristo e o convite para que todos os seus filhos permanecessem unidos à cruz, à oração e à fé.

A oração pelo bispo, a bandeira diante do quadro de Nossa Senhora e a bênção dos objetos

Após o momento de veneração do crucifixo, o irmão Eduardo permaneceu ainda por alguns instantes em oração diante da Santíssima Virgem.

Em seguida, transmitiu aos presentes um novo pedido de oração.

Convidou todos a rezarem uma Ave-Maria pelo bispo Dom Celso Antônio Marchiori, colocando seu ministério episcopal sob a proteção maternal de Nossa Senhora.

Toda a assembleia uniu-se naquela oração, pedindo a Deus que concedesse ao bispo sabedoria, força e abundantes graças para cumprir sua missão de conduzir o povo de Deus.

Após essa oração, o irmão Eduardo retirou cuidadosamente a bandeira do Santuário que estava sobre seus ombros.

Ele levantou-se e caminhou até a frente do altar, dirigindo-se ao local onde se encontrava o quadro de Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz, lugar onde a Santíssima Virgem havia se manifestado durante a aparição.

Com profundo respeito e devoção, colocou a bandeira diante do quadro de Nossa Senhora.

Aquela bandeira permaneceu naquele local como um sinal de amor, gratidão e entrega do Santuário à proteção da Mãe de Deus, especialmente no ano em que se comemoravam os 25 anos de sua fundação.

Depois desse gesto, o irmão Eduardo dirigiu-se até o meio da assembleia.

Os peregrinos permaneciam ajoelhados em oração, aguardando as bênçãos e os momentos que ainda aconteceriam.

Nesse instante, aproximou-se de algumas pessoas e, conforme as orientações recebidas de Nossa Senhora, tocou em algumas delas, em determinadas partes do corpo.

Também tocou em alguns objetos de devoção que os fiéis traziam consigo, como crucifixos, terços, medalhas, imagens e outros objetos religiosos.

Após esse momento junto aos peregrinos, o irmão Eduardo retornou ao local onde permanecia diante de Nossa Senhora.

Ali, recebeu das mãos dos fiéis alguns objetos que desejavam ser apresentados à Santíssima Virgem.

Um a um, ele elevava esses objetos diante de Nossa Senhora.

A Mãe de Deus acolhia esses gestos com amor maternal.

Durante esse momento, alguns objetos apresentados foram tocados por Nossa Senhora, recebendo um sinal especial de sua presença e de sua bênção.

O irmão Eduardo permanecia atento a cada movimento e orientação recebida, enquanto os peregrinos acompanhavam tudo em profundo silêncio e oração.

Em seguida, o irmão Eduardo ajoelhou-se novamente diante da Santíssima Virgem.

Então comunicou aos fiéis que Nossa Senhora iria abençoar os objetos naquele momento.

Pediu que todos apresentassem seus objetos de devoção, levantando-os com fé e confiança diante da Mãe de Deus.

Os peregrinos ergueram seus crucifixos, terços, medalhas, imagens e demais objetos religiosos.

Com o coração unido em oração, todos permaneceram diante de Nossa Senhora, confiando suas vidas e suas intenções à sua intercessão maternal.

Naquele momento, a Santíssima Virgem derramava sua bênção sobre todos os seus filhos reunidos naquele lugar.

A bênção final de Nossa Senhora, o perfume de rosas e o encerramento da aparição

Após o momento em que todos os peregrinos apresentaram seus objetos de devoção, o irmão Eduardo comunicou que Nossa Senhora concederia uma bênção especial a todos os presentes antes de retornar ao Céu.

Toda a assembleia permaneceu ajoelhada e em profundo silêncio, acolhendo aquele momento de graça.

A Santíssima Virgem começou então a realizar a bênção sobre todos os seus filhos.

O irmão Eduardo acompanhava atentamente cada movimento realizado por Nossa Senhora e reproduzia diante dos fiéis aquilo que ela fazia.

A bênção aconteceu de maneira muito lenta e serena.

Cada gesto era realizado com grande suavidade, transmitindo aos peregrinos um profundo sentimento de amor maternal e proteção.

O irmão Eduardo acompanhava a bênção conforme Nossa Senhora realizava o sinal da cruz, pronunciando lentamente:

Em nome do Pai...

Depois:

...e do Filho...

E, por fim:

...e do Espírito Santo. Amém.

O sinal da cruz foi realizado de maneira vagarosa, como um gesto de profundo amor e cuidado de Nossa Senhora para com todos os seus filhos presentes.

Os peregrinos permaneceram em silêncio, recebendo aquela bênção com fé, entregando suas vidas, suas famílias e suas necessidades ao Coração Imaculado de Maria.

Após esse momento, ficaram os sinais deixados durante a aparição.

Alguns objetos que foram tocados por Nossa Senhora durante a manifestação permaneceram com um delicado e intenso perfume de rosas.

De maneira especial, a bandeira do Santuário Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz, que havia sido confeccionada pelo irmão Eduardo e apresentada à Santíssima Virgem, ficou impregnada com um forte aroma de rosas.

Segundo o testemunho do irmão Eduardo, Nossa Senhora havia se agradado da bandeira, demonstrando alegria ao recebê-la. Ela tocou a bandeira e, após esse gesto, ela ficou toda perfumada com o aroma das rosas.

Depois da aparição, a bandeira foi passada entre os fiéis.

De mão em mão, os peregrinos puderam sentir o perfume das rosas que permanecia nela, acolhendo esse momento com grande emoção e gratidão.

Também alguns objetos de devoção que haviam sido tocados por Nossa Senhora conservaram esse perfume, tornando-se para os fiéis um sinal especial daquele momento vivido na presença da Mãe de Deus.

A aparição do dia 8 de dezembro de 2025 teve duração aproximada de uma hora e alguns minutos.

Durante todo esse tempo, os peregrinos viveram momentos de profunda oração, silêncio, diálogo com Nossa Senhora, oração do Santo Terço, pedidos de intercessão e bênçãos.

Foi uma manifestação marcada pelo chamado à oração, à conversão, à confiança em Deus, pela união da Igreja, pela oração pelos que sofrem, pelos falecidos, pela paz no mundo e pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria.

Ao final daquele encontro, permaneceu no coração dos presentes a lembrança de um momento de profunda fé e esperança, vivido sob o olhar maternal de Nossa Senhora Rosa Mística Rainha da Paz.

A presença da Mãe de Deus deixou uma mensagem de amor, oração e perseverança, convidando todos os seus filhos a permanecerem firmes no caminho da fé.

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Assista à mensagem em vídeo:

São José dos Pinhais, Paraná - Brasil

Este é o relato de um peregrino que estava presente no dia da aparição.